quarta-feira, 1 de abril de 2015

CLAREAMENTO A LASER



O que é o Clareamento a Laser?
O clareamento dental a laser é o tipo de clareamento adequado para quem busca o branqueamento do sorriso.

Por que é importante fazer o Clareamento Dental Externo a Laser?
Padrões estéticos de beleza vão se alterando através dos tempos. Hoje em dia, o nível de clareza dos dentes faz parte da beleza. Pacientes percebem alguns benefícios, tais como:
- Melhoria estética;
- Aumento da autoestima e confiança;
- Sensação de rejuvenescimento.

Quais são os procedimentos para clarear os dentes?
O clareamento na verdade é uma reação química. As substâncias vão liberar oxigênio, que é um radical livre. Dentro do dente existem os pigmentos que levaram ao escurecimento dental. O oxigênio penetra na intimidade do esmalte do dente e quebra a cadeia de pigmentos em pequenas moléculas que são eliminadas por processo de difusão, isto é, uma reação química de oxidação que converte os pigmentos em dióxido de carbono e água. O dente é permeável e o efeito é cumulativo, portanto a cada seção o dente vai clareando cada vez mais até eliminar toda pigmentação. O clareamento dental a laser, é uma forma rápida e confortável que utiliza o peróxido de hidrogênio como substância clareadora e aplica-se a luz do laser.  

Passo a passo do clareamento a laser:
No primeiro passo, o dentista limpa cada dente para remover a placa. Depois das gengivas isoladas, o gel de branqueamento dos dentes é aplicado seguido por uma aplicação especial de laser de luz. Clareamento dental a laser é a melhor opção para aqueles que não querem esperar por muito tempo para ver os resultados de seus tratamentos de clareamento dos dentes. É um método de odontologia estética, que se destina a eliminar manchas e descoloração, bem como para clarear a pigmentação nos dentes. Clareamento dental a laser não tem efeitos colaterais, e os dentes permanecem brancos, a duração de um tratamento a laser pode variar, dependendo da utilização. Um laser é silencioso e não faz nenhum contato físico com os dentes.

Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental

quarta-feira, 25 de março de 2015

10 dicas para amenizar a sensibilidade nos dentes





Mas, antes de pensar nos tratamentos, é importante dizer que a sensibilidade causada por desgaste do esmalte pode ser prevenida com mudanças de hábitos diários. Confira:

1- Escolha a escova com cuidado: A escova deve ter grande quantidade de cerdas e ser do tipo ultramacia. As cerdas arredondadas também são indicadas.

2- Fique longe de bebidas ácidas: Refrigerantes, energéticos, isotônicos, devem passar longe dos dentes. Mesmo sucos mais ácidos devem ser ingeridos com canudinho. Assim evita-se o contato da acidez com os dentes.

3- Na salada: O mesmo ocorre com o vinagre. Opte apenas pelo azeite e sal para evitar o choque nos dentes sensíveis.

4- Tenha sempre um chiclete na bolsa ou no bolso: Em vez de comer e ir direto escovar os dentes, vale mascar uma goma sem açúcar. Isso estimulará o fluxo salivar, que neutraliza a acidez da boca.

5- Creme dental especial: O tipo de creme dental usado por quem tem dentes sensíveis deve ser indicado pelo dentista. Algumas vezes, ele pode recomendar marcas que sejam específicas para o problema.

6- Flúor: Cremes dentais e enxaguante bucal com flúor podem ajudar a fortalecer o esmalte dos dentes. Fale com o dentista sobre essas possibilidades.

7- Higiene impecável: Escovar os dentes, passar fio dental, limpar a língua são passos imprescindíveis para deixar a boca saudável.

8- Clareamento com supervisão: Todos os tipos de clareamento dentário devem ser recomendados pelo dentista. Mas, para quem já tem dentes sensíveis, até as soluções caseiras devem passar longe.

9- Cuidado com a força: A escovação não exige força e sim movimentos e ferramentas adequadas. A pressão em demasia pode desgastar o esmalte e piorar a sensibilidade.

10- Trate o bruxismo: Caso exista a desconfiança de bruxismo, é importante ir ao dentista para tratar o problema.

Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental

quarta-feira, 18 de março de 2015

Refrigerantes: Um Problema para os Dentes



Os refrigerantes destacam-se como uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta, atingindo pessoas de todas as idades. Ácidos e subprodutos acidíferos do açúcar presente nos refrigerantes desmineralizam o esmalte dental, contribuindo para a formação das cáries. Em casos extremos, o esmalte desmineralizado combinado com escovação inadequada, bruxismo (hábito de ranger os dentes) ou outros fatores pode levar à perda dental.

Bebidas sem açúcar, que respondem por apenas 14% do consumo total de refrigerantes, são menos prejudiciais. Entretanto, elas são acidíferas e têm potencial para causar problemas.


O Que Fazer
Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar com a redução do número de refrigerantes que consomem, e também com as terapias bucais disponíveis. Eis algumas medidas que você pode tomar:

• Substitua o refrigerante por bebidas diferentes: Tenha na geladeira bebidas que contenham menos açúcar e ácido, como água, leite e suco de fruta 100% natural. Ingira essas bebidas e estimule seus filhos a fazer o mesmo.
• Enxágue a boca com água: Depois de consumir um refrigerante, faça um bochecho com água para remover vestígios da bebida que possam prolongar o tempo que o esmalte fica exposto aos ácidos.
• Use creme dental e solução para bochecho com flúor: O flúor reduz as cáries e fortalece o esmalte dental, portanto escove com um creme dental que contenha flúor. Fazer bochechos com uma solução com flúor também pode ajudar. Seu dentista pode recomendar um enxaguatório bucal que você compra na farmácia ou supermercado ou prescrever um mais concentrado dependendo da gravidade do seu problema. Ele também pode prescrever um creme dental com maior concentração de flúor.
• Faça aplicação de flúor com o profissional: Seu dentista pode aplicar flúor na forma de espuma, gel ou solução. Os refrigerantes são implacáveis com seus dentes. Reduzindo a quantidade que você ingere, praticando uma boa higiene bucal e buscando ajuda com seu dentista e higienista, você pode neutralizar seus efeitos e usufruir de uma saúde bucal melhor.

Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental

quarta-feira, 11 de março de 2015

O que é cárie?



Cárie é uma outra forma de denominar a deterioração do dente. A deterioração do dente é fortemente influenciada pelo estilo de vida do indivíduo - o que come, como cuida dos dentes, a presença de flúor na água ingerida e o flúor no creme dental de uso. A hereditariedade também tem um papel importante na predisposição de seus dentes para se deteriorarem.
Embora a cárie seja mais comum em crianças, adultos também estão sujeitos a ela. Os tipos de cárie são:
• Cárie coronária: é o tipo mais comum. A cárie coronária se localiza nas superfícies de mastigação ou entre os dentes.
• Cárie radicular: à medida que envelhecemos, a gengiva se retrai, deixando partes da raiz do dente expostas. Como não existe esmalte cobrindo as raízes do dente, estas áreas expostas se deterioram facilmente.
• Cárie recorrente: a deterioração pode ocorrer em volta das restaurações e coroas existentes. Isto porque estas áreas tendem a acumular placa, que acabam levando à deterioração.

A cárie constitui um sério problema. Se não for tratada, uma cárie pode destruir seu dente e atingir a polpa (nervo), o que pode resultar em um abscesso, uma área de infecção na ponta da raiz. Uma vez formado o abcesso, ele só pode ser tratado através do tratamento do canal, de cirurgia ou da extração do dente.
Como eu sei se estou com cárie?
Apenas seu dentista pode dizer com certeza se você tem cárie. Isto porque a cárie se desenvolve embaixo da superfície do dente, onde você não pode vê-la. Quando você ingere alimentos que contenham carboidratos (açúcar e amido), estes carboidratos são digeridos pelas bactérias da placa, produzindo ácidos que corroem a estrutura do dente. Com o tempo, o esmalte do dente começa a fraturar por debaixo da superfície, enquanto a parte externa permanece intacta. Quando uma quantidade suficiente de esmalte sob a superfície já tiver sido destruída, a superfície se desmorona, expondo a cavidade de cárie.
Como posso ajudar a evitar a cárie?
• Escove os dentes pelo menos três vezes ao dia, e use o fio dental diariamente, a fim de remover a placa bacteriana entre os dentes e sob a gengiva.
• Faça avaliações regulares. O cuidado preventivo pode evitar que os problemas ocorram e que problemas menores se tornem sérios.
• Adote uma dieta balanceada, com pouco açúcar e amido.
• Utilize produtos de higiene dental que contenham flúor, incluindo o creme dental e o enxaguatório bucal.
• Certifique-se de que a água que suas crianças bebem contenha flúor. Se a água fornecida em sua localidade não contém flúor, seu dentista ou pediatra pode prescrever suplementos de flúor diários.



Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental

quarta-feira, 4 de março de 2015

De volta às aulas com boa saúde bucal


Volta às aulas

Ao falar em educação, a escola exerce um papel fundamental e aliada dos pais, e isso também serve para saúde bucal. Assim que começa a ter coordenação motora, a criança deve ser estimulada e motivada a cuidar de sua higiene pessoal. Com atividades lúdicas e em grupos, é possível mudar um comportamento e oferecer o conhecimento necessário para tornar a higiene bucal um hábito diário na vida dos pequenos.
O diálogo com as crianças é fundamental, explicar para elas a importância da higiene bucal e porque devem escovar os dentes, afinal de contas os ‘bichinhos’ (cáries) aparecem quando os dentes estão sujos e com restos de comida. Livros e filmes educativos ajudam a ilustrar a explicação.
É importante vocês pais se informarem de que forma o assunto é abordado na escola de seu filho.
Perguntar para a professora ou coordenadora pode tranquiliza-los.
O papel dos pais é o mais importante para a criança. Hábitos de higiene são adquiridos em casa, de acordo com a frequência, a rotina e a importância que se é dada.
Dicas:
- Faça o kit higiene bucal para o pequeno levar à escola: Fio dental, escova e pasta de dente com uma toalhinha.
- Oriente seu filho a fazer sua higiene de acordo com as normas da escola (uma boa escola estará  atenta e orientada)
- Na lancheira, muita água, e alimentos saudáveis. Nada de doces e alimentos pegajosos que se grupam nos dentes.
- Frutas sempre
- Sucos de caixinha são práticos, mas muito cariogênicos. Abandone essa ideia!
- Nescausinho é uma péssima escolha também. Melhor seria uma caixinha de água de coco, mas o mais indicado é a água pura.
- Bolachas recheadas são totalmente dispensáveis na hora de fazer as compras. Tem outras opções saudáveis e não cariogênicas.
- Naqueles dias festivos, aniversários, eles comerão doces. Os responsabilize para a escovação ou um bochecho com água para lavar bem a boca.

Feliz retorno às aulas com muita saúde bucal a todos!

Fonte: Odonto Clínica

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Especialistas listam mitos e verdades sobre os dentes sisos



Eles surgem por volta dos 16 aos 25 anos e ainda fazem muita gente perder o sono.
Por isso, o EXTRA convidou dois especialistas para esclarecer as dúvidas mais frequentes nos consultórios sobre os dentes sisos - ou terceiros molares.

Qual a melhor idade para extração? Por que algumas pessoas nascem sem eles? Para que servem esses dentes?

“Anteriormente, a função era manter uma boa atividade mastigatória. Isso porque os primeiros dentes, que nasciam por volta dos seis anos, eram perdidos muito cedo, uma vez que o período era mais suscetível a cáries dentárias. Hoje, como a perda precoce do primeiro molar é rara devido à odontologia mais conservadora e a concentração de flúor nas águas, os sisos perderam a função original”, explica o cirurgião-bucomaxilofacial Augusto Pary.

A cirurgia para retirada dos sisos é feita em consultório, com anestesia local, e dura cerca de 40 minutos. Apenas em casos mais complexos, o paciente pode ser levado ao hospital para fazer o procedimento. Após a cirurgia, é normal haver inchaço e incômodo, que duram de três a quatro dias. Nesse período é importante evitar alimentos quentes (e abusar dos gelados!), não abaixar a cabeça e abrir mão das atividades físicas.

Nem todo mundo, porém, precisa retirar os sisos.
"Em casos raros, o dente nasce harmoniosamente e a retirada não é necessária. Porém, grande parte das pessoas têm problemas, principalmente se os sisos ficarem cobertos por parte da gengiva, o que pode causar infecções, com complicaçoes sérias. Assim, a extração é indicada como método preventivo", orienta a cirurgiã-bucomaxilofacial Katyuscia Lurentt.



Saiba mais sobre os chamados "dentes do juízo":

- Quem já extraiu um siso tem que tirar todos os outros;

Mito. O que se recomenda é que, se foi retirado o siso superior do lado esquerdo, por exemplo, o inferior do mesmo lado também seja extraído. É o chamado dente antagonista. "Esse antagonista pode tentar ocupar o espaço do dente removido. O dente pode continuar 'crescendo' e machucar a gengiva oposta", afirma a dentista Cláudia Fugita.

- Não é bom retirar os sisos na adolescência;

Mito. O momento da retirada deve ser avaliado pelo dentista em cada caso. Há estudos que indicam a idade ideal entre os 16 e os 18 anos, porque há somente 2/3 da raiz formada. Após esse período, a extração pode ser mais complicada.

- Sisos podem atrapalhar o alinhamento dos outros dentes;

Verdade. A força da erupção dos sisos pode fazer com que dentes vizinhos fiquem desalinhados ou até apinhados (uns por cima dos outros). O nascimento dos sisos também pode atrapalhar o tratamento ortodôntico. "Como o dente siso é o último da arcada e normalmente tem pouco espaço para nascer, ele pode dificultar a movimentação dos outros dentes em tratamento com aparelhos ortodônticos", afirma Cláudia Fugita.

- Mesmo antes de nascer, o siso está sujeito a cáries.

Mito. Qualquer dente só estará sujeito à cáries se exposto ao meio bucal. Porém, se o siso estiver semi-incluso, ou seja, com uma parte exposta e outra sob a gengiva, e não houver uma higiene adequada, ele pode, sim, ter cárie.
- O siso pode atrapalhar a movimentação da boca, a fala e a respiração.
Mito. O dente siso não interfere na fala e na respiração. Pode acontecer de atrapalhar a movimentação da boca se gengiva estiver inchada ao seu redor, devido a um processo chamado pericoronarite (inflamação da gengiva).

- É normal sentir dor e ter sangramento quando o siso está nascendo.

Depende. Normalmente o dente do siso não causa dor nem sangramento para nascer. A dor acontece quando há uma infecção na parte da gengiva que recobre o siso.

- O siso é um dente mais difícil de extrair do que os outros.

Verdade. Por estar em um local de difícil acesso, a extração do dente do siso é mais complexa. Muitas vezes, ele está numa posição desfavorável (em lugar de nascer na posição vertical, ele nasce horizontalmente ou inclinado) e isso pode dificultar a remoção. Os especialistas, entretanto, dispõem de técnicas que permitem a extração com tranquilidade.

- É possível retirar os quatro sisos de uma vez.

Verdade. A extração dos quatro sisos de uma única vez pode ser feita em consultório e, ao contrário do que muita gente acredita, usando apenas anestesia local. "Mas esse tipo de procedimento não é necessário. Vai depender do julgamento do profissional", afirma o cirurgião-bucomaxilofacial Augusto Pary.

- Sisos inclusos podem provocar perda óssea.

Raramente. A perda de massa óssea ao redor do siso só acontece se houver um problema periodontal ou de infecção crônica. A perda óssea também pode estar ligada à formação de um cisto ou tumores. Mas esses são casos muito raros, segundo Pary.

- É possível nascer sem os sisos ou com apenas alguns deles.

Verdade. É muito comum. O siso é um dente em extinção, ou seja, ao longo do tempo a arcada humana diminuiu e o número de dentes foi reduzido. É uma adaptação do ser humano à evolução da espécie.

Fonte: Extra

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Saiba para que serve cada tipo de escova

Nas prateleiras são muitas marcas, números, tipos de escova de dentes. Para saber qual a mais indicada, nada melhor do que consultar o dentista. Mas, para tirar algumas dúvidas sobre essa protagonista da higiene oral, o cirurgião-dentista Hugo Roberto Lewgoy, desvenda mitos e explica para que serve cada tipo de escova.



Formas e formatos

O mais indicado pela maioria dos dentistas é optar por uma escova com cerdas planas, pontas arredondadas, do tipo ultramacia, e sempre com uma grande quantidade de cerdas. Existem diferenças nas bordas das escovas e, principalmente, no formato da cabeça. As variações são recomendadas para diversos fins, como faixa etária, diferenças no tamanho do arco dental, tipo de gengiva e casos específicos, como aparelhos ortodônticos.

Para alcançar os dentes do fundo

Nada de escolher sua escova entre os produtos infantis. Há um mito de que as escovas infantis servem para adultos por ter a cabeça menor e alcançar os espaços mais escondidos. Existem escovas de adulto com cabeça bem pequena para esta função.Outra opção são as escovas do tipo unitufo que chegam nos dentes do fundo por menor que seja o espaço. Estas escovas também são ótimas para a limpeza da margem gengival e para retoques na escovação tradicional.

Cerdas duras X cerdas macias

Antigamente as escovas eram classificadas como macias, médias e duras, porém, as escovas macias substituíram as outras e foram subdivididas em supermacias, extramacias e ultramacias. Hoje, não existe mais indicação para escovas duras e médias, pois provocam abrasão do esmalte e retração gengival em longo prazo. A ultramacia é a única escova livre de traumas, recomendada para prevenir o desgaste do esmalte e a retração gengival.

Muitos viveram a época em que o correto era a remoção total da placa bacteriana. No entanto, essa premissa foi deixada para trás. Atualmente sabe-se que apenas a desorganização deste biofilme oral é suficiente para prevenir as cáries e doenças gengivais. Isso quer dizer que não adianta escovar os dentes com uma escova mais dura e ter com o passar do tempo retração gengival e sensibilidade dental. A sensibilidade afeta aproximadamente 25% dos indivíduos em todo mundo. São milhões de pessoas com que sofrem com a hipersensibilidade dentinária, que é, muitas vezes, provocada pela utilização de uma escova muito dura e cremes dentais abrasivos.

É hora de trocar

O consumo de escovas dentais no Brasil é muito baixo atingindo uma escova per capta a cada ano e meio. Na Suíça, por exemplo, a troca de escovas dentais é praticamente mensal. Algumas escovas no mercado vêm com uma faixa azul, que, quando clareia, indica que está na hora de ser aposentada. Mas nem sempre estes indicadores mostram o momento ideal para troca. De forma geral, as escovas devem ser trocadas entre dois e três meses de vida. O melhor é mantê-las sempre novas, uma vez que escovas antigas, ou muito usadas, perdem efetividade e induzem a pessoa a aumentar a força durante a escovação. O mal disso é o desgaste do esmalte dental e a retração gengival.

Língua não se limpa com escova dental

As escovas que trazem limpador de língua e bochechas na parte de trás, não são as mais indicadas para garantir a limpeza da língua. Para esse fim existem os limpadores de língua que executam esta tarefa com mais eficiência e sem desconfortos ou ânsia. Eles têm formato anatômico: a cabeça acompanha o formato da língua, o cabo angulado se encaixa na mão perfeitamente, a altura é bem menor do que uma escova de dente normal o que permite alcançar bem no fundo da língua, Além de tudo, os limpadores não ferem a língua e eliminam o risco da contaminação cruzada.

Fonte: Terra