quarta-feira, 8 de julho de 2015

Roer a unha pode prejudicar os dentes


   Quando se leva a mão à boca para roer as unhas, os dentes incisivos superiores e inferiores, aqueles que ficam na frente, são os mais usados, e, claro, os mais prejudicados. Há um desgaste do esmalte desses dentes, o que os torna mais suscetíveis à aparição de cáries, trincas, rachaduras e sensibilidade.
Identificar esse hábito já na infância ajuda a acabar com ele e evitar prejuízos ainda maiores.
   Roer a unha pode prejudicar os dentes em qualquer fase da vida com a mesma intensidade, mas mais na fase adulta, pois, uma vez que os dentes permanentes foram lesados, não há substituição, apenas reparos.
   Roer as unhas é um hábito difícil de interpretar, ainda mais na fase infantil, mas normalmente está associado ao tédio e à ansiedade. Por isso, investir em atividades que façam com que a criança se entretenha (mente e corpo) pode ajudar. Se ela já é uma criança ativa e dorme bem, uma terapia comportamental pode ajudar a entender o que está acontecendo e a solucionar o problema.
Outra dica bacana é tentar substituir esse hábito por outro mais construtivo, como praticar trabalhos manuais que deixem as mãos ocupadas ou passar a fazer a unha semanalmente. Mascar chicletes sem açúcar ou até mesmo usar mordedores de borracha enquanto assiste um filme, jogo ou novela também ajudam a inibir o costume.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Consulta dental de revisão


   Consulta dental de revisão – a cada seis meses
   Alguma vez você se perguntou por que recomenda-se ir ao dentista cada seis meses? É porque as consultas dentais regulares são essenciais para a manutenção de sua saúde bucal. O seu cuidado diário é muito importante para manter seus dentes bonitos e saudáveis.

   O que acontece durante uma consulta regular:
   O exame dos dentes para detectar cáries é somente uma parte da revisão. Durante a consulta, é possível que seu Odontólogo avalie a saúde de sua gengiva, realize um exame dos tecidos moles da sua boca a procura de lesões que possam levar a suspeita de alguma doença, inclusive de câncer bucal. Não surpreenda-se caso seu Odontólogo também examinar seu rosto, sua “mordida”, e o movimento do maxilar inferior. Isto tudo faz parte de um exame físico completo e minucioso.
Além disso, nesta ocasião, normalmente será realizada uma “limpeza” em seus dentes para remover pigmentos e tártaro. O profissional também irá orientar sobre os melhores meios de fazer o controle da placa bacteriana nas regiões onde você tem mais dificuldade.

   Lembre-se de esclarecer suas dúvidas durante esta consulta. As vezes recebemos informações conflitantes ou não muito claras que merecem ser desmistificadas por um profissional de nossa confiança.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

E como dói! Saiba quando é preciso extrair o dente do siso



   Infecções comuns nesse dente podem fazer com que bactérias caiam na corrente sanguínea e causem problemas no coração e pulmão.
   Por nascerem apenas depois dos 16 anos, os terceiros molares ganharam o nome de dente do siso.
Apesar de algumas vezes passarem completamente despercebidos, para muitas pessoas sua existência causa fortes dores, incômodos e inflamações que, quando não tratadas, podem causar doenças sérias.
   Por não ter papel importante para a mordida, a extração deve ser pensada caso a caso. O dente do siso só deve ser retirado se estiver causando problemas, como uma possível inflamação da gengiva que fica em cima dele, se não ‘nascer’ por completo, se estiver atravessado dentro do osso, empurrar os dentes vizinhos ou estar voltado para a bochecha, machucando-a.
   Mas quando esses problemas aparecem, o tratamento (com a possível extração do dente) deve acontecer o mais rápido possível. Se os problemas inflamatórios no dente forem negligenciados, podem causar infecção no nervo do dente, dores fortes e até uma bacteremia, quando as bactérias caem na corrente sanguínea e provocam infecção no organismo todo.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

A troca da escova



    Quando o assunto é escova de dente, a primeira coisa para se preocupar é em utilizar a mais adequada. Recomendamos aquelas com cerdas macias e com suas “pontas” arredondadas (para não machucar a gengiva) e com a cabeça pequena para alcançar todos os dentes, nas diversas curvaturas que existem na boca.
   A escova deve ser trocada a cada três meses, no máximo. Para saber o momento certo da troca, basta observar as cerdas, que devem estar íntegras e no formato original.
    Para prolongar a vida útil da escova, é importante lavá-la e, principalmente, secá-la bem após a utilização. Isto diminuirá a chance da proliferação de microrganismos que podem causar doenças ao usuário da escova.

Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Mordedores são armas contra o desconforto dos primeiros dentinhos

    A partir dos quatro meses, em média, os dentinhos do bebê já começam a nascer. Essa fase pode ser bastante estressante para pais e filhos, principalmente, quando vem associada a sintomas que vão, desde baba excessiva, até febre e diarreias. Lembra-se que para relacionar qualquer sintoma ao nascimento dos primeiros dentes deve ser algo muito bem analisado por um especialista (Odontopediatra).
    Esse período da erupção, que se inicia em torno dos quatro meses e pode ir até os 36 meses (quando todos os dentes decíduos já devem ter nascido), pode apresentar alguns sintomas diretamente relacionados à boca, como baba excessiva, inchaço, coceira, vermelhidão e sensibilidade na gengiva.
    Truques que amenizam:
 Para gengivas irritadas algumas técnicas de distração podem ajudar como tentar chamar a atenção do bebê com um brinquedo ou um desenho que ele goste na televisão. Massagear a região gengival com o dedo limpo, com uma dedeira de silicone, com gaze ou até com uma fralda bem macia também pode aliviar a irritação.
 Outra possibilidade é oferecer mordedores e massageadores gengivais. Bebidas e alimentos frios ou duros (como cenoura crua ou biscoito de polvilho sem açúcar) também podem ajudar a “coçar” a gengiva, aliviando o incomodo na região.
 Tenha cuidado com os mordedores com gel! Estes são indicados apenas quando a criança ainda não tem nenhum dente. Os dentinhos novos podem furar o mordedor fazendo a criança engolir o líquido tóxico que está dentro do produto.
 O uso de pomadas ou géis anestésicos não é recomendado, a não ser que devidamente prescrito por um profissional habilitado.
 Se mesmo com todos esses truques a criança continuar com dor, você deve levar a criança para uma consulta com um Odontopediatra.

Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Raspar a língua com limpador pode diminuir, ou até cessar o mau hálito!




Os raspadores linguais devem ser usados após a escovação.
Feitos de um plástico bem resistente (fácil de lavar e secar), servem para alcançar o fundo da língua para eliminar os resíduos que formam a “saburra” lingual.
A “saburra” é uma camada esbranquiçada ou amarelada que se forma no dorso da língua e é composta por restos de alimentos, células descamadas da mucosa bucal e bactérias. Presente em mais de 90% dos casos de halitose (mau hálito) – na maioria, como a principal origem – esse problema tem diversas causas, mas pode ser evitado com o uso correto e frequente de raspadores linguais.
Os raspadores são bem mais eficientes na remoção da saburra do que as escovas dentais ou outros instrumentos usados para esse fim, como gazes umedecidas.
Com o uso dos raspadores consegue-se diminuir em até 75% a produção dos gases mal cheirosos. Já com as escovas, apenas 45%.
Mas você deve ter cuidado para não imprimir força demasiada ao raspador podendo causar lesões. O excesso de força nos instrumentos de higiene pode causar agressões às papilas linguais.

Fonte: Centro de informações de Saúde Bucal e Dental


quarta-feira, 20 de maio de 2015

O que é Placa Bacteriana?



Trata-se de uma película pegajosa e incolor, constituída de bactérias e restos alimentares que se forma sobre os dentes. É a principal causa de cárie e gengivite. Se não for removida diariamente, “endurece” e forma o tártaro.

Como saber se tenho placa bacteriana nos dentes?
Todos nós temos placa bacteriana porque as bactérias estão sempre presentes em nossa boca. As bactérias aproveitam os nutrientes contidos nos alimentos que ingerimos e aqueles contidos na saliva para se desenvolver. A placa causa a cárie quando os ácidos que as bactérias produzem, desmineralizam os dentes.
Sofrendo esses ataques repetidos, o esmalte dos dentes irá romper e abrir caminho para o avanço da cárie. Não sendo retirada, a placa bacteriana pode também irritar a gengiva ao redor dos dentes, causando gengivite (a gengiva fica vermelha, incha e sangra), periodontite e perda dos dentes.

Como posso evitar a formação da placa bacteriana?
É fácil evitar a formação da placa bacteriana. Basta você:
Escovar bem os dentes e a gengiva, no mínimo três vezes ao dia, principalmente após as refeições, para remover a placa bacteriana. É indispensável a utilização do fio dental para a remoção da placa entre os dentes!!!!!
Limitar a ingestão de alimentos com muito açúcar (sacarose), especialmente aqueles que grudam nos dentes.

Visitar seu dentista regularmente para fazer limpeza e exame completo dos dentes.